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Os 3 pilares fundamentais para se viver a saúde plena



Em quase trinta anos atendendo Famílias em consulta, pude perceber o quanto as pessoas chegavam querendo e confiantes num resultado - quase sempre imediatos depositados numa medicação que receberiam em um atendimento e isso acontecia com muita frequência até há algum tempo atrás.

Hoje vemos mudanças importantes, e já estamos igualando o percentual de pessoas que buscam a medicina integrativa, A medicina PREVENTIVA. Pois são pessoas que já chegam percebendo que no processo de cura este que chega como paciente, deve mudar seu estado para atuante, e isso acontecendo, ele consegue acelerar o processo e atingir a cura, inclusive.


Hoje a grande dificuldade é que as pessoas vivem remediadas e remediando seus gritos e suas dores e não conseguem liberar os medicamentos que utilizam. Isso faz com que percebamos que é possível sim e essencial que o paciente participe e torne-se atuante no seu processo de cura.


Esses três pilares são elementos que fazem com que cada um construa essa salutogênese em si. Diante disso não somos mais pacientes somos atuantes e somos responsáveis pela cura.

Até então era o médico visto como um “Rei” quem iria dar um medicamento e resolver tudo. Mas na observância percebemos que há pessoas que tomam o mesmo remédio e possuem a mesma doença e ainda assim apresentam evoluções completamente diferentes, isso porque a peça principal de promoção de cura é você mesmo e na verdade é sua autocura.


Quando então o paciente se torna responsável e abraça sua parte atuante, segue as orientações e até mesmo toma medicamentos que por ventura possam ser receitados para modulação de quadros, mudam seus hábitos, alimentam-se adequadamente, dormem melhor, se movimentam, vemos que isso faz toda a diferença e torna-se um processo muito rico, porque entendemos que processos longos podem ser transformados. Nesse sentido a diferença está em trabalhar cada paciente contribuindo para despertarem sues níveis de consciência, pois tudo está ligado a níveis de consciência.

Assim a linguagem da Medicina Integrativa, do ser humano que é um todo, tem um olhar para fazer com que cada um se reconheça e leia seu próprio corpo, podendo identificar o que lhe é melhor, como horários e hábitos para dormir, boa alimentação...

Sobre o sono, podemos dizer que o ser humano passa quase metade da vida dormindo, isso porque quando estamos acordados, conscientes, estamos nos desgastando, e com isso podemos dizer que estamos morrendo. Pois o ser humano morre enquanto está acordado e vive enquanto está dormindo, vive no sentido de que os processos metabólicos de regeneração acontecem a noite, quando estamos dormindo.

Daí a importância de acalmarmos a mente, pois quando ela está inquieta, escutando o mundo de fora, faz com que não pare a dinâmica e desta forma não se apaga a consciência e com isso o sono não entra em estado profundo e quando não se aprofunda o sono, quatro sistemas ficam interligados: Sistema Psicológico, Sistema Neurológico, Sistema Endocrinológico e Sistema Imunológico. Por estes motivos podemos afirmar que o sono é o principal dos pilares da saúde.

A alimentação tem seu valioso grau de importância, como dizia Hipócrates: “O Remédio está na comida”, pois podemos dizer que quando se come um alimento vivo (aqui entendido como aqueles alimentos que não são cozidos, que brotam, germinam) se fortalece o seu interior, pois o aparelho digestório é o que mais entra em contato com o mundo exterior, à medida que é onde se recebe e processa o que comemos.


Os Hábitos dizemos que precisam ser trabalhados para gerar equilíbrio e desta forma, é importante que o conjunto esteja ajustado: - autoconhecimento; - volta para a natureza; - volta para a integração; - volta para você/autorresponsabilidade. Assim, o amor próprio é fundamental em todo esse processo, pois precisamos nos amar cada vez mais, que esse amor faça cada um de nós ter mais CORAGEM, que se aja com o coração e com foco e que se seja totalmente responsável por sua própria saúde. Afinal, cada um é quem consegue despertar seu médico interior. A vontade de despertar e ser saudável ocorre quando se consegue ter equilíbrio na alma.


Por tudo isso é que falamos que as emoções são a chave motriz, pois tem a capacidade de nos tirar dos eixos. Assim, todas as alternativas de regular estas emoções como caminhar, respirar, dar ritmo a alma, contribuem para o equilíbrio e desse modo: sentir e angustiar menos, doer menos, chorar menos, enfim, ter uma relação de qualidade e mais harmoniosa com o mundo.

Para que desenvolvamos nossa alma precisamos ter coragem, essa ação forte, profunda que vem do coração e somado ao pensamento, juntando essas três dinâmicas da alma, desse corpo anímico podemos dizer que estamos expressando o nosso eu para o mundo. Com isso, fogem-se as inseguranças, fogem-se os medos e passamos a ser mais donos de nós mesmos, aprendendo a escolher seus caminhos e não a ser escolhido pelo mundo de fora. Portanto, essa coragem só nasce a partir do se amar e se amar parte do princípio de se perceber, entender o que é positivo e o que é negativo em si, e diante disto poder perdoar suas falhas e aprender que pode melhorar.


Assim sentindo-se livres ao entrar nesse Universo cheio de possibilidades e aceitar o autoconhecimento como instrumento maior de saúde.

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