Antidepressivos na gravidez associados a piora da função motora na prole



No momento mais delicado e importante da vida de uma mulher... temos nos deparados frequentemente nos consultórios ...com esses castelos de bravura e coragem...desmoronando-se ...

Felizmente encontramos tratamentos mais amenos e efetivos dentro das Terapias integrativas.. como na homeopatia..antroposofia..e Terapias Quanticas..

Neste Artigo alguns dos problemas encontrados quando focamos apenas numa monoterapia de ação bioquímica...

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Filhos de mulheres que usaram antidepressivos durante a gravidez podem apresentar um pequeno aumento no risco de piora da função motora, sugere uma nova pesquisa.

Pesquisadores combinaram resultados de 18 estudos de crianças expostas a antidepressivos durante a gravidez da mãe e observaram uma associação significativa entre exposição gestacional a antidepressivos e observação de piora global da função motora. Entretanto, variações na metodologia entre os estudos e falta de controle para possíveis fatores de confusão limitam estes achados. “Esta revisão destaca a carência urgente de investimentos em pesquisas de alta qualidade para avaliar o resultado no desenvolvimento das crianças expostas a depressão e a antidepressivos durante a gestação,” disse ao Medscape a Dra. Megan Galbally, professora da Murdoch University of Notre Dame, na Austrália. Entretanto, “não podemos tirar nenhuma conclusão definitiva tanto para os médicos quanto para as mulheres, devido às limitações relativas à variação entre os estudos envolvidos e a diferenças na qualidade deles. Assim, esta continua sendo uma área aberta para novas pesquisas, para que possamos criar novas recomendações clínicas”, disse ela. O estudo foi publicado on-line em 21 de junho no periódico Pediatrics. Plausibilidade biológica “As taxas de prescrição de antidepressivos durante a gestação aumentaram nos últimos 10 a 15 anos, com estimativas revelando um aumento entre quatro e 16 vezes”, escrevem os autores. Ainda que a maioria dos estudos anteriores tenha examinado o impacto em curto prazo destas drogas nos neonatos, alguns estudos analisaram os efeitos em longo prazo em crianças durante a primeira infância e através dos anos escolares no desenvolvimento cognitivo, motor, neurocomportamental e emocional. Estudos iniciais sugeriam que exposição fetal a antidepressivos pode estar associada com prejuízo dos processos motores na infância e primeira infância, mas os resultados foram conflitantes, acrescentam os pesquisadores. Eles observam que existe “plausibilidade biológica suficiente” para o potencial impacto dos antidepressivos no futuro desenvolvimento motor, já que os inibidores seletivos de serotonina cruzam facilmente tanto a barreira placentária quanto a hematoencefálica, potencialmente alterando a sinalização e os circuitos de serotonina no feto em desenvolvimento. Revisões sistemáticas da literatura anteriores analisando o impacto da exposição pré-natal a antidepressivos e subsequentes resultados no desenvolvimento não focaram exclusivamente na função motora e nas potenciais implicações em relação a deficiências motoras no desenvolvimento da criança. “Meu trabalho clínico é como psiquiatra pré-natal, no qual é importante informar as mulheres sobre os riscos e benefícios do tratamento durante a gravidez, já que uma das maiores preocupações destas mulheres é se existem riscos em longo prazo para o feto caso elas sejam tratadas com antidepressivos durante a gravidez”, disse a Dra. Megan. Os pesquisadores examinaram resulta dos no desenvolvimento de crianças cujas mães tomaram antidepressivos durante a gravidez e conduziram uma revisão sistemática da exposição a antidepressivos no desenvolvimento infantil.

- Medscape - 10 de julho de 2018.


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