ATENDIMENTO À ADULTOS

O atendimento aos adultos, envolvem  o acompanhamento , tratamento e orientações Terapeuticas - nutricional,  suplementar e medicamentosa.

Com a possibilidade - quando em acompanhamento dos filhos e netos -  reconhecermos a DINÂMICA DA FAMÍLIA, das tendências á certos TIPOS DE ADOECIMENTOS, e promover as correções necessárias.

Qual a função do clínico geral?


O maior diferencial do clínico é que ele pode acompanhar seus pacientes ao longo da vida, conhecendo profundamente seu histórico, levando em conta aspectos mais abrangentes como estado psicológico, social e familiar. Muitas vezes, pode ajudar o paciente a entender melhor a conduta de um especialista e esclarecer dúvidas a respeito do uso de diversos medicamentos receitados por vários especialista diferentes. 

 

Sua atuação, hoje em dia, também é muito importante em doentes complexos que necessitam de acompanhamento com diversos especialistas, o clínico geral pode assessorá-los, informando-os sobre as condições do paciente e integrando condutas e medicações.

 

O médico que exerce Clinica Geral tem a possibilidade de processar sua percepção do paciente como uma totalidade de maneira prática. Não existe um paciente que esteja doente apenas de um órgão, seja nas doenças agudas, seja nas crônicas: por exemplo, uma doença alérgica da pele pode estar vinculada a um subtil transtorno digestivo, uma doença pulmonar pode sobrecarregar intensamente a atividade do coração, uma patologia hepática crônica pode afetar a função cerebral e a personalidade do paciente; outras doenças orgânicas podem se manifestar claramente vinculadas a uma alteração no desenvolvimento da personalidade do paciente, como acontece com frequência nas doenças autoimunes.

Assim, desde o início, o clínico geral precisa ter o conhecimento e a percepção global dessas relações que na medicina Ampliada  são as decisivas para fundamentar o diagnóstico e o tratamento.

Obviamente, em alguns casos será necessário o apoio de um especialista.

Homeopatia é uma palavra de origem grega que significa Doença ou Sofrimento Semelhante. É um método científico para tratamento e prevenção de doenças agudas e crônicas, onde a cura dá-se através de medicamentos não agressivos que estimulam o organismo a reagir, fortalecendo seus mecanismos de defesa naturais.

 

A cura, proposta pela homeopatia, vem de dentro para fora, já que o remédio homeopático contém uma dose infinitesimal da própria doença. Entende-se que o semelhante cura o semelhante.

 

Os medicamentos homeopáticos atuam reequilibrando a energia vital dos seres vivos, ou seja, a energia responsável pela manutenção da vida e da harmonia das funções fisiológicas do organismo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A homeopatia usa os princípios curativos das substâncias venenosas sem causar mal ao paciente. Como surgiu Foi criada e desenvolvida há duzentos anos pelo médico alemão Christian Friedrich Samuel Hahnemann, que se formou aos 24 anos.

 

 

Acompanhamento
à Gestantes
preparando seu filho

A gestação de um filho deveria ser considerada por todos como o momento mais sagrado e sublime de uma mulher. Conceber uma criança, ficar grávida, dar à luz e maternidade são processos que fazem parte da vida sexual e espiritual da mulher, fundamentando-se na manifestação natural e ininterrupta de de uma série de acontecimentos fisiológicos.

 

Na gravidez a tendência geral do organismo é melhorar a saúde e vitalidade, sendo uma oportunidade única para a mulher explorar seu próprio corpo.

 

“Estamos agora iniciando a descoberta dos efeitos destrutivos, algumas vezes de longa duração, na relação entre mãe, seu bebê e sua família, de se tratar as parturientes simplesmente como se fossem contêineres que precisam ser esvaziadas dos seus conteúdos e de se concentrar a atenção em um bando de músculos e em um canal de parto, no lugar de tratar e cuidar da pessoa dentro da qual o útero e a vagina estão contidos(...). O modo como nossas mulheres dão à luz é importante para todos nós pois tem tudo a ver com o tipo de sociedade dentro da qual queremos viver, a importância da chegada de um novo ser e o surgimento de uma nova família.” (Sheila Kitzinger)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O processo de gravidez altera profundamente os fatores biológicos, psicológicos e emocionais da mulher.

 

E hoje em dia, através da MEDICINA FUNCIONAL, HOMEOPATIA, e MED. ANTROPOSÓFICA as futuras mamães podem obter  o melhor para um melhor CRESCIMENTO e DESENVOLVIMENTO  FISÍCO, INTELECTUAL  E EMOCIONAL dos pequenos.

A Medicina Antroposófica é uma ampliação da medicina acadêmica que busca compreender e tratar o ser humano considerando sua relação com a natureza, sua vida emocional e sua individualidade.

 

Surgida na Europa, a medicina antroposófica foi formulada com base na imagem do homem trazida pela antroposofia (ou ciência espiritual) do filósofo austríaco Rudolf Steiner (1861-1925). Trata-se de uma linha de pensamento que tem como objetivo promover o autoconhecimento humano integrado com a natureza.

 

Outras áreas, como a pedagogia Waldorf, a agricultura biodinâmica, a pedagogia curativa e até a economia foram inspiradas pelo conceito formulado por Steiner. A palavra significa conhecimento (sophia) do homem (antropos). O desenvolvimento integral do homem é estimulado considerando sua alimentação, moradia e relacionamentos, além da formação intelectual e espiritual.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trata-se de uma abordagem complementar à medicina que integra as teorias e práticas da medicina moderna com os tratamentos homeopáticos, terapias físicas e artetarapia e aconselhamento.

A abordagem médica tem o seu fundamento em um entendimento espiritual-científico do ser humano que considera bem-estar e doença como eventos ligados ao corpo humano, mente e espírito do indivíduo.

Utiliza-se uma abordagem holística ("salutogenesis") que enfoca os fatores que sustentam a saúde humana através do reforço da fisiologia do paciente e da individualidade, ao invés de apenas tratar os fatores que causam a doença. A auto-determinação, autonomia e dignidade dos doentes é um tema central; terapias são acreditadas para aumentar as capacidades de um paciente para curar.

O sistema médico antroposófico foi fundado em 1920 por Rudolf Steiner em conjunto com Ita Wegman como uma extensão à medicina convencional baseado na filosofia espiritual da Antroposofia. Convencionais tratamentos médicos, incluindo cirurgia e medicamentos, são empregados como necessários. Os médicos antroposóficos devem ter uma educação médica convencional, incluindo um grau de uma escola estabelecida e certificado médico, bem como estudo de pós-graduação extensa. Neste momento, existem práticas médicas antroposóficas em 80 países em todo o mundo.

 

A Medicina Antroposófica é praticada em 80 países, nos cinco continentes. Na Europa é conhecida desde 1920, como komplementärmedizin (medicina complementar ou integrativa ou simplesmente  ampliação da arte de curar), atendendo em grandes hospitais e serviços públicos, junto com a “medicina acadêmica”. É reconhecida na Alemanha, Suíça, Inglaterra, etc. O Seguro de Saúde estatal alemão (Versicherung) reembolsa todos os custos. As Universidades suíças de Basel e Bern reconhecem, nos cursos de graduação em medicina, estágios realizados em hospitais antroposóficos. Na Fac. de Medicina Antroposófica de Witten-Herdecke (Alemanha), seu hospital universitário contém 494 leitos. Com base no número de receitas, estima-se que existem mais de 30.000 médicos espalhados pelo mundo.

 

No Brasil é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) como "prática médica" (Parecer 21/93), sendo praticada em consultórios, clínicas e no SUS (desde 1994, em BH). Está em fase de construção o Hospital Antroposófico de Matias Barbosa (HAMB), o primeiro das Américas, onde alberga o Ambulatório das Práticas Integrativas e Complementares (APICS). A Fac. de Medicina Suprema de Juiz de Fora (MG) reconhece o estágio eletivo nos hospitais antroposóficos europeus ou no HAMB/APICS dentro do curso de graduação da medicina. O Ministério da Saúde aprovou a Portaria MS 1600, que considera como “observatório” a aplicação da Medicina Antroposófica no SUS. Integra a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no SUS. A ANVISA reconhece, através da Resolução RDC 26/07, o “remédio antroposófico”. E o Conselho Federal de Farmácia (CFF) aprovou a Resolução 465/07 que reconhece a Farmácia Antroposófica. No Brasil conta com mais de 400 médicos.

 

 

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