| HOME |
| S.O.S. o que fazer? |
| Notícias em Saúde |
| PEDIATRIA |
| GESTAÇÃO |
| EDUCANDO |
| NUTRIÇÃO |
| HOMEOPATIA |
| ANTROPOSOFIA |
| VIVA MELHOR !! |
| DOENÇAS |
| BOLETINS INFORMATIVOS |
| FALE CONOSCO |
| DVDs EDUCATIVOS |
| O Inverno esta chegando |
|
|
|
Quais os fatores que favorecem as doenças de Inverno? Nos meses de Outono e Inverno são típicas as doenças (quase sempre virais) que afetam, essencialmente, nariz, garganta e brônquios; mas também ouvidos. São vários os fatores que concorrem para justificar o aparecimento característico destas maçadoras e, por vezes incapacitantes e potencialmente perigosas, doenças: - o frio (que predispõe a multiplicação dos vírus) - a diminuição do sol (os raios ultravioletas matam os vírus) - o contato das crianças nas creches e escolas, onde passam a maior parte das horas do dia, facilita o contágio Assim, por um lado, os vírus têm maior facilidade em se multiplicar e, por outro, o aumenta o contato entre as crianças, o que favorece o aparecimento destas doenças. Quais os sintomas mais comuns? As infecções virais respiratórias manifestam-se, habitualmente, pelos seguintes sintomas: - febre baixa que desaparece sob ação de antipiréticos - secreções nasais líquidas ou transparentes - tosse seca ou com pequena quantidade de secreções (usualmente as secreções existentes são as provenientes do nariz que deslizaram até à garganta) - tosse por vezes rouca e irritativa, que se manifesta por ataques e que se designa, muitas vezes, por "tosse de cão" e que resulta de uma infecção da laringe (usualmente inconseqüente) De um modo geral estas crianças estão bem dispostas, comem razoavelmente e brincam normalmente; nem parecendo doentes. Dada a evolução benigna da maioria destas infecções, não se justifica, usualmente, a realização de quaisquer exames ao sangue ou radiografias. Basta a observação efetuada pelo médico. As defesas naturais do organismo conseguem eliminar o vírus ao fim de 5 a 7 dias. Em alguns casos, porém, se os vírus conseguirem vencer as defesas naturais do organismo, poderão fragilizar a criança e suscetibilizá-la a uma infecção bacteriana que pode ser grave. Que fazer? Estas doenças têm a duração usual de uma semana e os pais, durante esse período, deverão proporcionar aos filhos o máximo bem-estar possível. O tratamento é para se ir implementando à medida que os sintomas se forem manifestando, à medida que aguarda que as defesas do organismo combatam o vírus. É importante: - baixar a febre com uso de antipiréticos - desobstruir o nariz diluindo as secreções com soro fisiológico ou fazendo a criança respirar uma atmosfera rica em vapor de água (ou use um vaporizador ou ligue a torneira da água quente da banheira e sente a criança ao seu colo enquanto lhe conta uma história durante cerca de 15 minutos) - hidratar bem a criança oferecendo-lhe líquidos – água e sumo utilize – se for caso disso – gotas nasais descongestionantes, no máximo durante 3 a 5 dias - evite que a criança freqüente ambientes poluídos (ex: com fumo de tabaco, etc.) - tenha muito cuidado com os medicamentos para a tosse que têm de ser receitados pelo médico após a observação da criança Quais são os sinais de alarme? Apesar destas doenças serem benignas e terem uma evolução habitualmente favorável, tenha em consideração certos "sinais de alarme" que podem traduzir um quadro mais grave e que exigem visita imediata ao pediatra. A criança tem que ser observada sempre que: - esteja prostrada, não querendo brincar, com aspeto doente - não consegue dormir de noite - tem febre elevada - mantém febre durante mais de 5 dias - tem vômitos persistentes - recusa os alimentos - tem dificuldade respiratória ou chiadeira- se queixa de dores de ouvidos - as secreções se tornam esverdeadas e espessas - a tosse agrava-se diariamente - os pais tenham dúvidas quanto à gravidade da situação Aposte na prevenção Se seguir determinadas regras de cumprimento muito simples poderá minimizar o risco de incidência destas infecções. São elas: - proteja a criança do frio usando agasalhos adequados à temperatura ambiente - não exponha o seu filho ao mau tempo - evite entrar e permanecer com o seu filho em locais fechados e com grande concentração de pessoas, onde se transmitem, muitas vezes, os vírus - evite o contato do seu filho com outras crianças, ou adultos, doentes - se puder, evite deixar o seu filho em locais de risco – como creches ou escolas superlotados, onde as crianças convivem conjuntamente em locais fechados - tenha cuidados redobrados se o seu filho tiver asma, diabetes, trissomia 21 ou fibrosecistica - avalie com o pediatra da criança a pertinência de uma vacina, pois só ele pode determinar a sua indicação conhecendo a sua história clínica Tendo em consideração que não existem milagres para a prevenção destas doenças, use o bom senso e confie no pediatra do seu filho.
|
|||
| < Anterior | Próximo > |
|---|