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É uma ciência espiritual que objetiva o conhecimento (do grego sofia) sobre o ser humano (antropos). Com base em seus princípios, há escolas dentro da medicina, farmacologia, nutrição, fisioterapia, psicoterapia, pedagogia, administração e espiritualidade. Segundo a antroposofia, a conexão entre homem e natureza está presente em todos os fenômenos, em nível interno e externo, anímico e material.
Não dá para separar. Por exemplo, você pode ir a um dentista da linha antroposófica e sair de lá com uma receita de pomada para os pés considera-se que as partes do corpo se correspondem. Nas salas de aula, as crianças são educadas para absorver a infância em sua plenitude, em vez de serem preparadas precocemente para o mercado de trabalho. O propósito é levar o ser humano ao conhecimento de si mesmo, mas sempre em integração com o Universo. A antroposofia foi desenvolvida no início do século 20 pelo filósofo austríaco Rudolf Steiner (1861-1925). Apoiadas em pesquisas científicas, suas idéias evoluíram entre seguidores e parecem consagrar-se à medida que mais pessoas buscam a simplicidade e o bom senso no dia-a-dia. Não é seita nem religião. Trata-se do que há de mais moderno em procura e aperfeiçoamento espiritual, diz o doutor Samir Wady Rhame, presidente da Associação Brasileira de Antroposofia.
O homem só se aproxima da sabedoria quando começa a se conhecer de verdade.
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